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como gerar receita para sua loja virtual

Diferentes perfis de negócios têm encontrado no e-commerce uma excelente oportunidade para ganhar dinheiro. Muitas empresas que nunca haviam atuado no mercado B2C, passaram a desenvolver estratégias com os e-consumidores para chegar a um novo público. Existem e-commerces que são extensões de lojas que já atuavam no ambiente físico e também lojas que já iniciaram diretamente no online.

Independentemente do seu tamanho e áreas de atuação, todas as lojas que apostam no comércio eletrônico estão de olho em um mercado, que segundo o E-bit, contabilizou cifras de mais de R$ 40 bi em 2015, contando com 106 milhões de pedidos, a um ticket médio de R$ 388 e tudo isso movimentado por 39,1 milhões de e-consumidores.

Infelizmente, nem todas as lojas virtuais têm gerado a receita que, ao menos, traga o chamado “break even”, que é quando o negócio encontra a equação em que o total de investimentos é igual ao retorno alcançado. Isso é um desafio, já que esse será o primeiro passo para se vislumbrar o lucro em médio prazo.

Por sorte, existem formas que podem ser aplicadas ao seu negócio e que irão auxiliar a loja a gerar mais receita, e norteá-la para tornar o negócio cada dia mais rentável. Na sequência desse texto apresentamos alguns “hacks” práticos que podem ser utilizados no dia-a-dia. Pode ser que você já faça alguns deles, mas outros exigem um pouco mais de atenção e podem requerer ferramentas que auxiliem nesse processo. Vamos a eles:

Definir buyer personas:

básico em várias vertentes do marketing, a definição do público para o qual suas estratégias serão direcionadas é algo que deve fazer parte da rotina de lojas virtuais. Mas, isso precisa ser feito com dados estratégicos. Será muito comodo definir seu público como:

  • Classe A
  • Moradores de Copacabana
  • Renda mensal entre R$ 10.000,00 e R$ 15.000,00
  • Que realiza compras a cada 15 dias
  • Com um ticket médio de R$ 1.000,00
  • Fiel a sua marca

Mas, na prática, se sua loja não vende artigos de luxo, talvez esse não seja o público ideal, ou sua buyer persona. Para conseguir chegar até o público certo, você precisa usar dados básicos, como o Google Analytics, por exemplo. Inclusive já falamos disso em um post do nosso blog, que ensina, justamente como identificar o público do seu site.

Quais canais seu público utiliza para comprar online:

sabendo quem é seu público, agora é hora de entender um pouco mais de seu comportamento de compra, e o básico é saber quais canais ele utiliza para realizar compras online. Por exemplo, ele costuma chegar direto na loja virtual, ou costuma ir a shoppings online ou comparadores de preço? Essa informação vai direcionar seus esforços e recursos para anúncios nos canais certos.

Claro que é possível usar softwares que facilitam a identificação de canais de marketing que mais geram retorno em conversão e receita, mas se você não pode contar com eles hoje, uma boa opção é usar o Google Analytics, e no campo origem/mídia, identificar por onde seus usuários mais costumam chegar ao site. Por ele, é possível saber se o consumidor chega por meio de Facebook, Google Adwords, Comparadores de Preço ou mesmo pela busca orgânica.

Estratégia de conteúdo:

falando em busca orgânica, você precisa desenvolver estratégias de conteúdo baseadas em oferecer algo útil ou que seja do interesse de seu público. O caminho mais básico é a criação de um blog com assuntos relacionados aos produtos vendidos em sua loja, e que também possam ser utilizadas como formas de apresentação aos itens. Por exemplo, você vende uma determinada almofada, mas o cliente não consegue ver valor nesse produto, que é ofertado de forma individual. Por outro lado, na página de produto não se recomenda a utilização de muitos itens, até para evitar confusões do cliente comprar algo esperando receber mais itens.

No blog você terá a liberdade que precisa para apresentar variações do produto, com ambientes diferentes e aplicações variadas. Mas não se restrinja apenas a um blog, pense em um cenário mais disruptivo, com a utilização de novas mídias, como Snapchat, Periscope ou mesmo vídeos no Facebook – isso, claro, levando em conta seu perfil de negócio e as mídias relevantes para seu público.
Coloque especialistas falando sobre assuntos que agradem o usuário. Ao adotar esse tipo de estratégia, será possível testar e entender aquilo que mais impacta seu target. Isso permite tornar suas ações de marketing mais assertivas, já que você passa a ter insumos “dentro de casa” e que viabilizarão novas campanhas ainda mais estratégicas e com menor investimento.


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