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Por que gerenciar o preço das campanhas de marketing?

O profissional de mídia tem uma série de possibilidades para anúncio no digital: comparadores, shoppings virtuais, Facebook, Google AdWords, retargeting, links de afiliados são alguns exemplos de canais que podem ser trabalhados.

Cada um desses canais possui características próprias, que podem (ou não) fazer sentido para determinados perfis de empresas. De todo modo, um ponto que precisa ser analisado é a questão de como o preço impacta no resultado da campanha de marketing. Em determinados canais esse fator será determinante para a conversão, e você precisa trabalhar com margens ajustadas. No entanto, outros canais, onde o preço não é um fator predominante para a conversão, os valores podem acompanhar os que são praticados no site.

Para anunciar em diferentes canais de mídia digital, a loja virtual precisa identificar seu público-alvo e entender onde terá maior chance de conversão – e, em seguida, otimizar o resultado das campanhas de performance. Os comparadores de preço são canais onde, geralmente, o cliente busca por condições diferentes para realizar a compra. Portanto, é fundamental, que ao optar por esse tipo de estratégia, o preço seja tratado com cuidado.

Já uma ação de remarketing, por exemplo, não precisa obrigatoriamente estar associada ao preço praticado pelo produto. Desta maneira, pode oferecer ao consumidor um produto baseado em seu histórico de compra, ou ainda uma ação impactar clientes que abandonaram o carrinho de compra.

O que levar em consideração para definir o preço nas campanhas de cada canal?

Perfil do canal:

Vai investir em comparadores de preço ou shoppings virtuais? Nesse caso a precificação do produto deve ser feita com base no principal fator dessas plataformas – o preço. Para essas situações, caso opte por oferecer um preço no Buscapé e outro em seu site, é preciso configurar a URL de destino no buscador para que não exista divergência entre o anúncio e o valor encontrado pelo cliente no site.

Outro exemplo: Facebook e AdWords pedem campanhas que chamam a atenção do consumidor, em muitos casos a criatividade e escolha dos termos certos podem ser mais importantes do que o preço para a conversão.

Investimento na plataforma / custo por clique:

Vamos imaginar que uma loja virtual utiliza determinado comparador de preços com CPC de R$ 1,30. Essa loja tem um total de cliques de 27.680 e 61% deles não geram vendas, ou seja, 16.681.

Abaixo organizamos esse exemplo em uma planilha dividida por categoria, total de cliques, cliques sem vendas, e o percentual de cliques sem vendas.

Será que o preço praticado, por exemplo, para o GPS, que teve 438 cliques e nenhuma conversão, foi o mais indicado para esse tipo de canal? Já para geladeira, 53% dos cliques foram convertidos em vendas.

Esse tipo de análise vai ajudar a identificar a estratégia que melhor se adequa a cada categoria, e em qual plataforma performam melhor. Ao identificar o comportamento dos produtos em cada canal será possível inclusive cruzar essa informação com aquilo que é praticado do mercado.

Imaginemos o seguinte cenários:

Imagine que aquele gráfico, em um cenário hipotético, seja referente a um único dia e para entender o motivo da lavadora de roupas ter tido bom desempenho de cliques, mas apresentar resultado ruim de conversões.

Ao identificar o comportamento do mercado notamos que, especificamente nesse dia, o produto era apenas o 4º com preço mais atrativo, o que pode ter contribuído para que o consumidor buscasse por outras opções.

Ao realizar essas ações será possível ter estratégias mais assertivas, usando o melhor de cada canal para falar com o consumidor – e no final das contas, ajudar o seu negócio a vender mais.

Caso tenha mais dúvidas sobre o tema, deixe sua pergunta nos comentários!


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