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O que jovens empreendedores do Vale do Silício, que pensam fora da curva – geralmente nerds – e que hoje buscam ou são assediados por grupos de investimentos têm a acrescentar na forma em que você faz marketing?  

A resposta é simples: a plataforma que seu empregador ou cliente vai precisar estar, dificilmente não saíra de lá – ou, no mínimo, vai ser adquirida por uma empresa que estiver sediada naquela região da Califórnia, EUA.  

Vamos fazer um exercício rápido: olhe para seu plano de mídia hoje. Certamente você deve fazer investimentos em Google ou Facebook – e tais empresas surgiram onde?

Se você foi logo pensando lá no Vale do Silício, acertou!

Mas, o que isso quer dizer?

Bem, isso sugere que profissionais que não estiverem atentos aos avanços tecnológicos e inovações do mercado podem deixar passar muitas oportunidades. Entretanto, isso não diz respeito apenas às redes sociais ou qualquer outro canal, mas também entra nas formas como o marketing deve ser feito – em conceitos e técnicas.

O conceito vai se adequando ao cenário contemporâneo, momento em que a marca e consumidores vivem e precisam (em função da existência da empresa) se situar em diferentes realidades. Já a parte técnica, precisa seguir (ou propor) novas tendências.

Hoje, expressões como testes A/B, cookies, Big Data, apenas para citar algumas atividades, certamente já fazem parte da sua rotina, pois já estão disseminadas. Mas, acredite: elas não foram criadas essencialmente para o marketing. Na verdade, estes foram termos incorporados ao marketing com o tempo, mas que já eram realidade para desenvolvedores e programadores.

Os profissionais de TI têm sido encontrados com mais frequência em times de marketing, já que seus trabalhos convergem em muitos pontos, mas alguns analistas ainda patinam em termos técnicos utilizados por seus novos colegas, e ainda não compreendem como isso pode interferir na forma como podem melhorar os seus resultados.

Por isso, apresentamos alguns dos termos mais utilizados pela Tecnologia da Informação e que, em breve, irão fazer muito mais sentido para você:

API – Application Programming Interface:

Trata-se de um conjunto de comandos e padrões que possibilitam a integração entre softwares diferentes. Complexo? Nem tanto. Um exemplo de aplicação na prática das APIs são os comparadores de preço. Integrações via API permitem que o próprio comparador de preço consiga acompanhar – com menor tempo de resposta – as alterações em XMLs. No caso do Buscapé, ainda existe a possibilidade de adotar o modelo de CPA, disponível apenas por meio de API. Embora esse tipo de API já esteja pronto, serve como exemplo de funcionamento e como ele pode ser aplicado. Muitas vezes, você pode ter servidores ou banco de dados que precisam ser utilizados em conjunto, mas que não possuem integração direta. O desenvolvimento dessa aplicação irá permitir um ganho de tempo estratégico em seu negócio.

Big Data:

Você certamente já ouviu falar em Big Data. Nos últimos anos, o termo se popularizou e passou a fazer parte da realidade de times de marketing, já que concentra informações dos clientes, obtidas em diferentes frentes. O segredo do Big Data se dá em duas frentes: conseguir armazenar os dados de uma forma que seja possível encontrar insights e informações que contribuam para o negócio (e suas ações de marketing) e, claro, saber quais os dados que precisam ser extraídos. O segundo aspecto é de responsabilidade do marketing; agora o armazenamento e a forma como todos os dados são coletados e extraídos passa pelo time de TI. Portanto, para que o profissional de marketing consiga tirar proveito do Big Data, ele precisa estar bem alinhado com o time de tecnologia.

Javascript:

Comumente se utiliza a linguagem HTML conjuntamente ao CSS para o desenvolvimento de sites e landing pages. Mas, embora consigamos bons resultados com esses elementos, o Javascript permite melhorar a experiência do usuário com a inserção de elementos, como chats ou pop ups que tenham como foco a redução do abandono de carrinho. Selos de reconhecimento e segurança em lojas virtuais também são baseados em javascript.  

PHP:

Trata-se de uma linguagem muito comum, bastante utilizada para a comunicação entre a parte interna do site, o backend, e o que o usuário vê, o front end. Essa linguagem facilita a comunicação entre essas duas etapas no site.

Se ainda não fazem parte do seu dia a dia, estes termos acima logo farão parte do seu vocabulário. A pergunta é: você já está preparado para o futuro do marketing de performance?

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