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O UX do seu e-commerce auxilia na conversão do seu cliente – Hoje já somos mais de 400 mil lojas virtuais ativas no Brasil, o que mostra como o mercado é forte e atrai novos empreendedores e fornecedores, exigindo que os e-commerces tenham que trabalhar para se diferenciar da concorrência e oferecer a melhor experiência ao consumidor. Mas como se diferenciar?

UX do seu e-commerce

A resposta é simples: Oferecer um e-commerce com aquilo que o cliente espera encontrar, de forma simples e rápida. Para isso é preciso focar em marketing de performance, funil de conversão e, principalmente, na experiência do usuário, o tão falado UX.

UX é a sigla para User Experience, em português: Experiência do Usuário. Que tem como objetivo humanizar as interfaces do e-commerce, a base deve ser sempre no consumidor, estimulando seus sentidos e gerando segurança para que ele realize a compra. O ideal é que os sites sejam simples e evitem inserção de informações desnecessária na página.  Antes da aplicação você precisa entender que ela é baseada em testes e o que deu certo para a loja A, pode ser ruim para a loja B. É importante analisar o cliente e fazer testes como o heat map e scroll map, que vão apresentar qual o comportamento do usuário no seu site e como o caminho até a conversão pode ser melhorado.

Marketing de performance + UX = resultados  

Um pesquisa conduzida pela Nextopia, para o mercado americano, apontou que a cada 100 consumidores, 67 deixam de fazer uma compra já no carrinho de compras. 56% deles desistem quando se depararam com valores inesperados durante o processo, 36% encontraram preços melhores em outras lojas, 25% deles abandonam por achar a navegação complexa e 21 % dos clientes acreditam que o processo de finalização de compra é longo. Vamos analisar alguns dados, que impactam diretamente na experiência do usuário:

56% dos clientes dizem que não finalizaram a compra porque se depararam com valores inesperados durante o processo de compra.

Se o cliente não consegue identificar todas as informações do produto, dentre elas as características dele, existe um processo falho na interação com a marca. Se mesmo assim ele realizar a compra, ótimo, mas existe uma grande chance dele sair do site sem comprar nada por se sentir enganado ou surpreendido negativamente. Vale verificar também se o valor do produto exibido nos canais de performance está em conformidade com o site. 

25% deles abandonam por achar a navegação complexa e 21 % acreditam que o processo de finalização de compra é longo.

O e-commerce precisa ser um facilitador para o cliente, se ele encontrar dificuldades, vai buscar em outro lugar. O primeiro passo aqui é identificar se o cliente está sendo direcionado, por meio de anúncios, às páginas corretas. Se você investe em links patrocinados e direciona o cliente de um busca especifica para a home, você corre o risco de diluir o retorno e tornar o processo de conversão mais longo. Vale também identificar se o usuário já é um cliente cadastrado (por meio de cookies) e com isso facilitar o processo de finalização, já direcionando o item clicado para carrinho de compras.

Não precisa fazer uma grande análise para entender que custos como CPC e CPM, por exemplo, podem se tornar quase que um canal de perda de dinheiro se o site não estiver preparado para que o cliente se sinta tranquilo e entenda como fazer a compra. Não adianta fazer a campanha de performance mais completa, levando em consideração diferentes aspectos e canais e com a melhor segmentação que você seja capaz de fazer, se na hora que o cliente chegar na loja não conseguir finalizar a compra. Por outro lado, se você não investir em performance e em atrair visitantes, todo o investimento em UX se perde. Viu como eles se complementam?

Mas o que precisa ser levado em consideração na combinação entre marketing de performance e UX?

Bom, assim como será preciso otimizar suas páginas, também é necessário atenção com as ações de performance.

Escolha termos que tenham a ver com seu negócio e com o comportamento do target: Ninguém quer queimar dinheiro, por isso é importante que o responsável pelo marketing não “atire” para todos os lados com a utilização de palavras chaves gerais, que não vão impactar o target que se pretende. Além disso, é preciso fazer com que o anúncio chegue no momento ideal, ou seja, quando o cliente interage com a marca ou passa a fazer buscas nesse sentido. Você precisa também deixar claro qual o próximo passo para o cliente impactado pelo anúncio – se ele precisa preencher um formulário, cadastrar um e-mail ou comprar – isso precisa ser sinalizado e convidativo.

Pense em várias plataformas: O cliente não vai estar o tempo todo em frente a um computador ou notebook, mas certamente vai estar em algum dispositivo móvel durante o dia. Isso pede que seja feito um trabalho para tornar seu site responsivo. Se seu cliente for impactado por uma ação no Facebook, por exemplo, e sua página não for responsiva, dificilmente haverá conversão.

Defina um público que realmente tenha a ver com os produtos vendidos pela sua loja: É preciso oferecer seu produto ao decisor ou influenciador da compra. Por exemplo, se vai vender brinquedos, ter anúncios exibidos em páginas de notícias pode fazer com eles passem despercebidos. Mas em páginas com atividades infantis (crianças são os influenciadores nesse exemplo) faz mais sentido. Nesse caso a segmentação é imprescindível. Tanto anúncio, como páginas de destino, devem ser atrativos e estimular o target a realizar a compra, para isso utilize elementos como imagem e descrição no anúncio, cores e ações que estimulem a finalização da compra no site.

Faça teste A/B e alterações em real time: Como já destacamos antes, é preciso testar até chegar a um investimento que faça sentido. Isso implica em analisar o retorno que Comparadores, Facebook ads, retargeting e outros canais vão trazer ao seu negócio. Para que o resultado desses testes apareçam, exige-se que as alterações sejam automatizadas e padronizadas, isso implica em ganho de tempo para outras tantas atividades. Umas das melhores opções de mercado é o software de gestão da Admatic.

De maneira inteligente as duas ações se complementam e são essenciais para aumentar as vendas de suas lojas virtuais. Uma loja virtual não sobrevive sem trafego e conversão (gerado por canais de performance), mas se ela não apresentar elementos que sejam atrativos para o consumidor finalizar a compra, todo esse investimento em atração irá se perder.

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