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Como todo ano, o E-bit divulgou o Webshoppers, um levantamento que traça uma análise do comportamento do e-commerce durante todo o ano.

Segundo o relatório, em 2016, as lojas virtuais tiveram um faturamento de R$ 44,4 bi e um tíquete médio de R$ 417,00 – o valor é o maior desde que o Webshoopers passou a ser divulgado, em 2011. Além disso, foram 47,3 milhões de consumidores que realizaram ao menos uma compra no ano passado – um crescimento de 22% com relação aos dados de 2015.

Evolução dos e-consumidores nos últimos anos (em milhões):

  • 2013: 31,27
  • 2014: 37,99
  • 2015: 39,14
  • 2016: 47,93

Repetindo o crescimento de anos anteriores, o mobile novamente merece destaque: o share do canal de vendas foi de 21,5% – em 2015 havia sido de 12%.

O E-bit prevê um crescimento de 12% para o e-commerce em 2017, com quase R$50 bi de faturamento.

Para quem está de olho nas oportunidades deste canal, o conselho é olhar com atenção o balanço do mercado em 2016 para poder entender os caminhos que podem ser traçados para o restante do ano.

Quem compra mais online: homens ou mulheres?

De acordo com o Webshoppers, as mulheres são maioria no público do e-commerce no Brasil, totalizando 51,6% dos e-consumidores. Homens, portanto, representam 48,4%. No final de 2015 esses números eram de 48,6% e 51,4%, respectivamente para mulheres e homens.

Idade média dos e-consumidores

  • 8% – têm até 24 anos (mesmo número de 2015)
  • 23% – têm entre 25 e 34 anos (em 2015 eram 21%)
  • 35% – têm entre 35 e 49 anos (em 2015 eram 39%)
  • 34% – têm acima de 50 anos (em 2015 eram 33%)

A média de idade continua na faixa de 43 anos (43,2 em 2015 e 43,4% em 2016).

Onde residem os e-consumidores brasileiros?

  • Sudeste: 60% (eram 64,4% em 2015)
  • Sul: 15,9% (eram 14,8% em 2015)
  • Nordeste: 12,5% (eram 11,7% em 2015)
  • Centro-oeste: 8,5% (eram 11,7% em 2015)
  • Norte: 3,0% (eram 2,7% em 2015)

Embora o Sudeste ainda concentre a maioria do público do e-commerce, a região diminuiu sua participação, já que clientes de outras pontos do Brasil passaram a comprar mais pela internet. Note que todas as outras regiões viram sua representatividade aumentar, com destaque para Sul e Nordeste, que apresentaram maior crescimento.

Renda e formas de pagamento

Quando entramos no mérito de renda, 34,30% possuem renda familiar menor do que três mil reais – em 2015 esse público representava 39,09%. Já 22,40% do público tem renda familiar entre três e cinco mil reais – no ano anterior eram 22,12%.

Clientes com renda familiar entre cinco e oito mil reais, eram 15,63% em 2015, e em 2016, passaram para 16,93%. E com renda familiar superior a oito mil reais passaram de 15,90%, em 2015, para 18,65% em 2016.  

O público com renda familiar inferior a três mil reais reduziu sua participação nas compras do e-commerce em 4,79%, o que provocou o aumento da participação de outras categorias.

Como os cliente preferem fazer seus pagamento

À vista

  • 2015: 39,3%
  • 2016: 42,2%

2 a 3 vezes

  • 2015: 24,3%
  • 2016: 24,5%

4 a 12 vezes

  • 2015: 36,5%
  • 2016: 33,4%

A média de parcelas trabalhadas pelo e-commerce em 2016 foi de 3,5, caindo 0,2 pontos em  relação a 2015, quando foi de 3,7.

Como traçar seu plano de marketing com base nestes dados?

As informações do E-bit podem te ajudar a fazer reflexões como:

  • Estou atingindo o público-alvo certo? Quais oportunidades há no mercado que ainda não explorei?
  • A mensagem que estou utilizando em minhas campanhas atende ao perfil e comportamento do público?
  • Quais canais são mais estratégicos para trabalhar?
  • O meu tíquete médio acompanhou a média do mercado? Se não, quais as particularidades que fizeram ele ser maior ou menor que a média? (Ex: categoria de produtos)
  • O meu público-alvo está localizado em maior número em quais regiões? São as mesmas que a distribuição de e-consumidores apontada pelo E-bit?

Esse tipo de indagação te ajudará a direcionar seus investimentos de forma mais assertiva e estratégica.

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